Clínica de Psicología em Lisboa

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Pergunta

Rodolfo (Vila Franca de Xira )

Olá boa tarde, sou o encarregado de educação do aluno Gabriel Felipeli da Silva Santos (meu filho) chamo-me Rodolfo Santos , meu filho estuda na escola Alves Redol em Vila Franca de Xira, ano 7 turma B, número de aluno 5, foi constatado pela educadora Catarina Sofia Galvão Guedes a necessidade de apoio psicológico junto ao ITAD, uma vez que no ano passado ele teve apoio pela escola Vasco Moniz também em Vila Franca de Xira, a professora pede para eu entrar em contato junto ao ITAD informa meu número de telemóvel para um contato a respeito do apoio ao meu filho, segue o número: 914 325 879.

E-mail: rodolfogodo.pt@gmail.com

Grato.

Resposta

Sérgio Pereira,

Diretor Clínico no ITAD

Lamentamos o atraso na resposta. Tivemos um constrangimento informático que se encontra agora resolvido.

Esperamos que tenha recebido a nossa colaboração em tempo útil.

 

Pergunta

Maria neves (Lisboa )

A minha filha de 18 anos entrou na faculdade,que escolheu com media alta, no curso que escolheu e sua 1 opção e agora nao vonsegue ir às aulas chora , não dorme, anda triste. Está aser acompanhada por psicólogo já há 3 anos

Resposta

Sérgio Pereira,

Diretor Clínico no ITAD

Esta é mais uma fase de transição, a procura de um Curso que satisfaça os jovens e que corresponda às suas expetativas, pode ser vivido com um nível de ansiedade elevado.

Por vezes, ativa ou estimula fragilidades ligadas à sua autoestima e autoconceito e pode levar a distorções cognitivas, como: “não vou ser capaz”, “eu não vou conseguir estudar esta matéria”, “nunca vou conseguir fazer o curso”.

Estes pensamentos, por vezes acontecem com tanta frequência e “falam” tão alto que acabam por interferir com os ciclos de sono, mudança de apetite e deixar um sentimento de tristeza elevado.

A resistência em ir ás aulas pode ser um mecanismo de defesa, ou seja, não vai à faculdade para não se confrontar com o que acha ser as suas dificuldades/fragilidades. Pode, ainda ficar ansiosa com a possibilidade de ter que criar novos contactos.

O acompanhamento em Psicologia é, sem dúvida, essencial para esta fase de transição.

A mãe pode partilhar a sua preocupação com a filha e sugerir realizar uma consulta conjunta (com o terapeuta e a filha), com o objetivo de solicitar ao terapeuta um conjunto de estratégias para que possa auxiliar a sua filha a ultrapassar esta fase mais difícil.

No entanto fica aqui, algumas estratégias que podem tornar ainda mais evidente o seu apoio:

- pode realizar uma atividade no exterior de mãe/filha (passeio, caminhada, desporto);

- fazerem uma lista, onde coloca as preocupações, os pensamentos e emoções associadas, e um espaço para possíveis resoluções, preenchendo em conjunto;

- propor uma festa/encontro surpresa, para que a jovem possa conviver com os amigos;

- pedir para a jovem pensar em 5 atividades que gosta de realizar e ajuda-la a concretiza-las;

- partilhar exemplos vivenciados pela mãe em que se sentiu – vulnerável, triste, ansiosa, com medo, vergonha;

- refletirem em 3/4 aspetos positivos/negativos que ocorreram durante o dia.

 

Também pode aceder a este link que vai ajuda-la a compreender melhor o conceito de autoestima:

https://www.itad.pt/problemas-escolares/autoestima/

 

Se pretender aceder aos nossos serviços, o ITAD tem um conjunto de profissionais que a podem ajudar.

Contacto da Clínica ITAD Lisboa

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